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	<title>Cachorro Solitário &#187; Elaine</title>
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<title>Cachorro Solitário</title>
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		<title>Cachorro Solitário</title>
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		<title>Dia Internacional das Mulheres</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 12:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2010/03/dia-internacional-das-mulheres/' addthis:title='Dia Internacional das Mulheres '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><img src="file:///C:/Users/Diogo/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-4.png" alt="moz screenshot 4 Dia Internacional das Mulheres"  title="Dia Internacional das Mulheres" /></p>
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<h2>RESISTÊNCIA E LUTA DAS  TRABALHADORAS</h2>
<p>Por Elaine Zaragosa</p>
<p><a href="http://img189.imageshack.us/img189/1564/grevedasmulheres.jpg" target="_blank"><img title="greve-das-mulheres" src="http://img189.imageshack.us/img189/1564/grevedasmulheres.jpg" alt="grevedasmulheres Dia Internacional das Mulheres" width="400" height="300" /></a><br />
O dia internacional da mulher comemora no ano de 2010, os cem anos de  sua celebração. Embora existam controvérsias entre pesquisadores a  respeito da origem do 8 de março, esta data simboliza a luta de 129  operárias têxteis de uma fábrica de tecido em Nova York, que morreram  carbonizadas por seus patrões após reivindicarem melhores condições de  vida e trabalho. Sensibilizada com a situação dessas mulheres, Clara  Zetkin, propôs em 1910, na Segunda Conferência Internacional de  Mulheres, na Dinamarca, o dia internacional da mulher.</p>
<p><a href="http://phobian.deviantart.com/art/Clara-Zetkin-79611383" target="_blank"><img class="alignleft" title="Clara zetkin" src="http://th09.deviantart.net/fs25/300W/i/2008/070/a/1/Clara_Zetkin_by_Phobian.jpg" alt="Clara Zetkin by Phobian Dia Internacional das Mulheres" width="251" height="354" /></a>Clara  Zetkin, sempre lutou para que a questão feminina fosse assunto de debate  dentro do movimento operário. Lutou entre outras coisas, pelo sufrágio  feminino, por melhores condições de trabalho das mulheres nas fábricas e  principalmente, por uma organização específica das operárias. Por esse  motivo, a questão das mulheres existe apenas para as mulheres do  proletariado, da pequeno-burguesia  e da intelectualidade. Segundo  Clara, as mulheres da alta burguesia podem desenvolver as suas  habilidades e individualidades livremente, se assim quiserem. E quando é  submissa ao marido o é apenas economicamente, então quer lutar contra o  homem de sua classe. A mulher pequeno-burguesa quer alcançar a  liberdade econômica, por isso tem aspirações feministas. Por seu lado,  as intelectuais não são mais do que proletárias mentais. Buscam além da  libertação econômica, a espiritual e a cultural. Para Clara Zetkin, a  questão feminina surge a partir da necessidade de exploração do capital  que busca força de trabalho mais barata e surge a partir daí a mulher  proletária. Esta não tem como desenvolver a sua individualidade e a sua  subjetividade. A sua luta não pode ser contra o homem de sua classe,  pelo contrário, a sua luta deve ser junto ao homem de sua classe e  contra a sociedade capitalista. O objetivo final de sua luta não é obter  a possibilidade de concorrência com o homem.</p>
<p>Clara tira destas suas reflexões,  algumas idéias para a organização política das mulheres trabalhadores e  da pequeno-burguesia intelectualizada. A principal delas é a seguinte:  na luta das mulheres a importância prioritária deve ser dada a questões  que permitam unificá-la ao movimento operário, desenvolvendo assim a  consciência de classe das trabalhadoras.</p>
<p>Ainda hoje, cem anos depois, as mulheres  continuam sofrendo com as opressões. Sendo tratadas como objetos  sexuais, vitimadas pela violência doméstica, são elas, as maiores  vítimas da crise econômica. Segundo dados oficiais de órgãos como ONU,  OIT, UNICEF e Banco Mundial, as mulheres somam 70% dos 1,3 bilhões de  pobres absolutos do mundo; o trabalho não remunerado da mulher no lar  representa um terço da produção econômica mundial (ONU). Das mulheres em  idade de trabalhar (fora do lar), apenas o fazem 54% contra 80% dos  homens (OIT). As mulheres desempenham a maior parte dos trabalhos mal  pagos e menos protegidos (OIT). As mulheres ganham entre 20% e 30% menos  que os homens (OIT).  No nível da educação, 2/3 dos 876 milhões de  analfabetos do mundo são mulheres. Ao cumprir os 18 anos as garotas têm  em média 4,4 anos menos de educação que os homens da mesma idade. Dos  121 milhões de crianças/as não escolarizados no mundo, 65 milhões são  meninas. (ONU, Unicef).</p>
<p>No nível da saúde, a cada ano morrem no  mundo mais de meio milhão de mulheres como consequência da gravidez e do  parto, o que está diretamente relacionado ao nível de pobreza.</p>
<p><a href="http://moroccan-gurl.deviantart.com/art/Violence-Towards-Women-1-55154803" target="_blank"><img class="alignright" title="violência contra a mulher" src="http://fc04.deviantart.net/fs17/f/2007/132/7/2/Violence_Towards_Women_1_by_moroccan_gurl.jpg" alt="Violence Towards Women 1 by moroccan gurl Dia Internacional das Mulheres" width="249" height="187" /></a>Nos  países coloniais e semicoloniais, a taxa de mortalidade materna é de um a  cada 48 partos. Em países europeus, como a Espanha, morrem 3,9 mulheres  a cada 100 mil. Na Espanha 98% das mulheres recebem assistência durante  a gravidez e o parto. Nos países coloniais e semicoloniais 35% das  mulheres não recebem atenção pré-natal; quase 50% dão à luz sem  assistência especializada. As últimas estatísticas indicam que há mais  mulheres que homens infectadas pelo vírus HIV. Mulheres trabalhadoras e  pobres continuarão morrendo, enquanto as clínicas clandestinas ganham  fortunas graças à legislação repressiva que impede que o aborto seja  realizado nos hospitais em forma gratuita e nas melhores condições  médicas. E esta deplorável situação chega à sua máxima expressão quando  vemos os dados sobre a violência contra a mulher. A cada ano, pelo menos  2 milhões de meninas entre 5 e 10 anos são vendidas e compradas no  mundo como escravas sexuais. A cada duas horas, uma mulher é apunhalada,  apedrejada, estrangulada ou queimada viva para “salvar” a honra da  família. Situações como essas, evidenciam que não somente o 8 de março,  mas cotidianamente, a luta das mulheres seja lembrada como uma luta de  toda a classe trabalhadora  por melhores condições de vida, trabalho e  dignidade a todos.</p>
<p>Fontes: Liga Internacional dos Trabalhadores – <a href="http://www.litci.org/" target="_blank">Quarta Internacional(LIT-QI)</a> –  Secretaria Internacional da Mulher<br />
Você acabou de ler:<a href="http://img197.imageshack.us/img197/1227/lunna11.jpg" target="_blank"><img title="La Lunna 11" src="http://img197.imageshack.us/img197/1227/lunna11.jpg" alt="lunna11 Dia Internacional das Mulheres" width="299" height="210" /></a></p>
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		<title>BBB 2010: A imagem da Mulher no reality show &#8211; La Lunna 10</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 04:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2010/01/bbb-2010-a-imagem-da-mulher-no-reality-show-la-lunna-10/' addthis:title='BBB 2010: A imagem da Mulher no reality show &#8211; La Lunna 10 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>- Iniciou-se a alguns dias mais uma edição do Big Brother Brasil. Por dez anos, a televisão brasileira explora as relações humanas numa casa cercada de câmeras e microfones por todos os lados. Assistidos e ouvidos por milhões de telespectadores brasileiros, atentos e atônitos, a saga de ilustres desconhecidos que fazem de tudo pelos seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2010/01/bbb-2010-a-imagem-da-mulher-no-reality-show-la-lunna-10/' addthis:title='BBB 2010: A imagem da Mulher no reality show &#8211; La Lunna 10 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;"><a href="http://img718.imageshack.us/img718/5237/lalunna10.jpg"><img class="aligncenter" title="retrospectiva" src="http://img718.imageshack.us/img718/5237/lalunna10.jpg" alt="lalunna10 BBB 2010: A imagem da Mulher no reality show   La Lunna 10" width="300" height="210" /></a>-</p>
<p style="text-align: justify;">Iniciou-se a alguns dias mais uma edição do Big Brother Brasil. Por dez anos, a televisão brasileira explora as relações humanas numa casa cercada de câmeras e microfones por todos os lados. Assistidos e ouvidos por milhões de telespectadores brasileiros, atentos e atônitos, a saga de ilustres desconhecidos que fazem de tudo pelos seus quinze minutos de fama e alguns milhões de reais.</p>
<p style="text-align: justify;">Construindo um mundo artificial onde se ignoram qualquer tipo de valores, esse programa pretende desfocar os verdadeiros problemas que atingem o nosso país e o mundo, como por exemplo, as grandes enchentes do mês de janeiro, e este ano, o grande desastre ocorrido no Haiti. Milhões de pessoas perderam suas vidas, suas famílias, seus lares e sua dignidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O fenômeno midiático Big Brother Brasil é mais um aspecto da degeneração da imagem feminina, pois dentro desse contexto, as mulheres se apresentam como fúteis e efêmeras e sem nenhuma preocupação com a intelectualidade ou culturalização. O reality show, embute no imaginário coletivo um padrão estético de beleza que passa a ser almejado por uma parcela significativa das mulheres brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande parte dessas mulheres ao final desse programa recebe convites para posarem nuas, participarem de programas de auditório, ou se transformam em chacotas da televisão brasileira, como é o caso da Sabrina Sato no programa Pânico. Salvo raríssimas exceções, a fama dessas mulheres dura somente enquanto não surgem outros “brothers”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://img189.imageshack.us/img189/8907/bbb10o.jpg"><img class="aligncenter" title="bbb" src="http://img189.imageshack.us/img189/8907/bbb10o.jpg" alt="bbb10o BBB 2010: A imagem da Mulher no reality show   La Lunna 10" width="300" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em praticamente todas as edições, existe a criação de personagens fundamentais para a trama, como por exemplo, o Don Juan, a garota frágil que se apaixona, o atleta e outros tantos. Como se não bastasse, sob a égide da inclusão social, a produção do programa passou a contratar personagens homossexuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Servindo simplesmente como objeto sexual, a exploração do corpo feminino nos reality shows, representada nos banhos de chuveiro e piscina e também nas festas da casa, demonstram que não existe uma preocupação da mídia com a humanização dessas mulheres. Servindo mais uma vez, como objetos de deleite e sendo descartadas sem piedade quando não interessam mais.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>BIG BROTHER BRASIL 2010: A IMAGEM DA MULHER NO REALITY SHOW</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua &#8211; La Lunna 09</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 02:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/12/mulheres-retrospectiva-2009-a-luta-continua-la-lunna-09/' addthis:title='Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua &#8211; La Lunna 09 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>- Encerramos o ano de 2009 com uma certeza: a luta das mulheres trabalhadoras continua! Tivemos vitórias importantes, mas não podemos esquecer que vivemos sob o sistema capitalista e nele é impossível a total emancipação da mulher ou o triunfo de todos os oprimidos. Primeiramente, no que se refere aos direitos democráticos conquistados pelas mulheres, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/12/mulheres-retrospectiva-2009-a-luta-continua-la-lunna-09/' addthis:title='Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua &#8211; La Lunna 09 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><a href="http://img513.imageshack.us/img513/2376/lalunna2009.jpg"><img class="aligncenter" title="retrospectiva" src="http://img513.imageshack.us/img513/2376/lalunna2009.jpg" alt="lalunna2009 Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua   La Lunna 09" width="300" height="210" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">-</p>
<p style="text-align: justify;">Encerramos o ano de 2009 com uma certeza: a luta das mulheres trabalhadoras continua! <a href="http://img238.imageshack.us/img238/6739/votesforwomen.jpg"><img class="alignright" src="http://img238.imageshack.us/img238/6739/votesforwomen.jpg" alt="votesforwomen Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua   La Lunna 09" width="81" height="120" title="Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua   La Lunna 09" /></a>Tivemos vitórias importantes, mas não podemos esquecer que vivemos sob o sistema capitalista e nele é impossível a total emancipação da mulher ou o triunfo de todos os oprimidos.  Primeiramente, no que se refere aos <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/07/la-lunna-1-mulheres-a-ilusao-dos-direitos-democraticos/" target="_blank">direitos democráticos</a> conquistados pelas mulheres, a Constituição Federal estabelece no seu art. 5º, inciso I que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. Sabemos que isso nem sempre se cumpre e que as mulheres precisam definitivamente lutar por melhores condições de trabalho, saúde e direitos políticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Falamos sobre um tema muito polêmico, <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/08/la-lunna-3-por-que-defender-a-descriminalizacao-do-aborto/" target="_blank">o aborto</a>. O direito de a mulher decidir sobre o próprio corpo, não quer dizer utilizar o aborto como método indiscriminado.  <a href="http://th06.deviantart.net/fs12/300W/i/2009/085/7/9/I_never_wanted_him_anyway_by_krapnek.jpg"><img class="alignleft" title="abortando" src="http://th06.deviantart.net/fs12/300W/i/2009/085/7/9/I_never_wanted_him_anyway_by_krapnek.jpg" alt="I never wanted him anyway by krapnek Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua   La Lunna 09" width="176" height="119" /></a>Basta lembrar o caso da jovem de nove anos que apresentou uma gravidez como resultado de estupros seguidos que sofreu de seu padrasto, violência a que foi submetida desde os seis anos de idade. A moral cristã, por sua vez, contra o aborto da jovem, defendeu os valores que julgam corretos, como defender a vida de um inocente. E a garota? Quem defendeu a sua vida e inocência perdida?</p>
<p style="text-align: justify;">Continuamos dizendo que <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/07/o-la-lunna-2-o-impacto-da-crise-economica-sobre-as-mulheres-trabalhadoras/" target="_blank">a crise econômica</a> atinge cada vez mais as mulheres e homens da classe trabalhadora, retirando direitos e negando oportunidades. Mascarando-se sob o pretexto da geração de mais empregos, com baixos salários e condições de trabalho precarizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A mulher como objeto sexual, pensado e utilizado <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/08/la-lunna-4-a-mulher-como-mercadoria/" target="_blank">como mercadoria</a>. <a href="http://th00.deviantart.net/fs28/300W/i/2008/157/d/d/Mulher_by_Orpheusmyth.jpg"><img class="alignright" title="Opressão" src="http://th00.deviantart.net/fs28/300W/i/2008/157/d/d/Mulher_by_Orpheusmyth.jpg" alt="Mulher by Orpheusmyth Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua   La Lunna 09" width="120" height="89" /></a>Segundo o site Brasil de fato, A cada segundo, aproximadamente oito mulheres e meninas no mundo caem nas redes internacionais do tráfico de pessoas. Números da Organização Internacional do Trabalho mostram que, anualmente, quase um milhão de pessoas são traficadas no mundo. A maioria é usada para a exploração sexual. 98% são mulheres. A situação não é diferente com as <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/09/la-lunna-5-pelo-direito-de-ser-lesbica/" target="_blank">mulheres lésbicas</a>, colocadas ao último plano da discriminação, são invisíveis à sociedade e a busca por seus direitos está apenas no início.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/10/la-lunna-6-a-liberdade-sexual-feminina/" target="_blank">liberdade ao prazer</a>, a mulher ainda tem muito que conquistar. É preciso ter consciência do próprio corpo e enterrar de vez valores que foram pregados durante anos, como a oportuna constatação de que o homem sente mais vontade de sexo que as mulheres. <a href="http://img269.imageshack.us/img269/2223/leiladiniz.jpg"><img class="alignleft" title="Leila Diniz" src="http://img269.imageshack.us/img269/2223/leiladiniz.jpg" alt="leiladiniz Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua   La Lunna 09" width="102" height="120" /></a>Lamentavelmente, a educação que seria um dos meios para resolver as desigualdades, também é afetada pelo machismo e a exploração. Falamos da <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/10/la-lunna-07-a-situacao-da-mulher-trabalhadora-da-educacao/" target="_blank">situação das professoras</a>, que com a mesma formação dos homens recebem salários diferenciados. <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/11/la-lunna-08-mulheres-negras-a-tripla-opressao-genero-raca-e-classe/" target="_blank">A mulher negra triplamente oprimida</a>, sendo utilizada como cartão postal de oferecimento sexual, e mão-de-obra barata. Surgindo a necessidade de políticas de Estado e medidas efetivas para combater o racismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Encerramos com o artigo sobre uma estudante de turismo que foi <a href="http://www.cachorrosolitario.com/2009/10/la-lunna-extra-barbarie-universitaria-expulsa-da-faculdade-por-usar-roupa-curta/" target="_blank">agredida na faculdade</a> em que estudava por usar uma roupa muito curta. Será que se fosse uma “atriz”, agiriam dessa forma?</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, todos os direitos que conquistamos ainda não são suficientes para viver de maneira digna. Ser verdadeiramente mulher, um ser político de opiniões, desejos e vontades.</p>
<h2 style="text-align: center;">Que em 2010 a nossa luta continue!!!</h2>
<p><a href="http://fc06.deviantart.net/fs9/i/2006/059/7/2/Be_a_woman_by_PtiteCocci.jpg"><img class="aligncenter" title="Mulher" src="http://img69.imageshack.us/img69/8139/figura1ot.jpg" alt="figura1ot Mulheres, retrospectiva 2009: A Luta Continua   La Lunna 09" width="120" height="192" /></a></p>
<h3 style="text-align: center;">MULHERES, RETROSPECTIVA 2009: A LUTA CONTINUA</h3>
<p style="text-align: center;">Por Elaine Zaragosa</p>
<p><!-- ddsig4 --></p>
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		<title>La Lunna 08 &#8211; MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 04:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/11/la-lunna-08-mulheres-negras-a-tripla-opressao-genero-raca-e-classe/' addthis:title='La Lunna 08 &#8211; MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Na coluna La Lunna a professora Elaine Zaragosa fala sobre a opressão tripla sofrida pelas mulheres negras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/11/la-lunna-08-mulheres-negras-a-tripla-opressao-genero-raca-e-classe/' addthis:title='La Lunna 08 &#8211; MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><a href="http://img97.imageshack.us/img97/1759/lunna08.jpg"><img class="aligncenter" title="mulheres negras" src="http://img97.imageshack.us/img97/1759/lunna08.jpg" alt="lunna08 La Lunna 08   MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE  " width="300" height="210" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">No dia 20 de novembro comemoramos o dia nacional da consciência negra. Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, foi morto em uma emboscada na Serra Dois Irmãos, em Pernambuco, após liderar uma resistência que culminou com o início da destruição do quilombo Palmares. Além de todas as questões relacionadas ao povo negro, devemos dar especial atenção às mulheres negras. Expostas a uma tripla opressão, as mulheres negras sofrem com o gênero por ser mulher, com a raça por ser negra e, principalmente com a classe, por pertencer à sociedade capitalista, que oprime e inferioriza a mulher negra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">As mulheres negras compõem um grande exército de reserva na sociedade capitalista. Segundo dados do IPEA, são as <a href="http://fc09.deviantart.net/fs10/f/2006/326/9/e/Woman_crucifiction_by_female11.jpg"><img class="alignleft" title="Mulher negra nua na cruz" src="http://th09.deviantart.net/fs10/300W/f/2006/326/9/e/Woman_crucifiction_by_female11.jpg" alt="Woman crucifiction by female11 La Lunna 08   MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE  " width="210" height="140" /></a>últimas na escala de renda, as primeiras a serem demitidas, alvo prioritário de violência social, sendo usada como produto/mercadoria barata. Inúmeras pesquisas realizadas nos últimos anos mostram que a mulher negra apresenta menor nível de escolaridade, trabalha mais, porém com rendimento menor. Em comparação às outras mulheres, são as que ingressam mais precocemente no mercado de trabalho, geralmente em profissões que não exigem qualificação técnica ou intelectual. O número de mulheres negras que trabalham como domésticas é sempre maior do que em mulheres brancas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Além da discriminação no mercado de trabalho, a saúde da mulher negra sofre algumas particularidades, como por exemplo, a anemia falciforme, uma doença hereditária, muito comum nas mulheres negras, originária da África, que se espalhou pelas Américas com o tráfico de escravos. Além da anemia falciforme, outras doenças que afetam particularmente as mulheres negras são os miomas uterinos e a hipertensão arterial. Isso ocorre devido a não inclusão do item raça nos prontuários médicos, o não diagnóstico precoce da anemia falciforme, e principalmente, pela falta de campanhas sobre a saúde da população negra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Os meios de comunicação também contribuem para a desvalorização da mulher negra. A sua imagem geralmente é de <a href="http://th07.deviantart.net/fs48/300W/f/2009/174/1/6/scratchboard_woman_by_shorty1013.jpg"><img class="alignright" title="Mulher com sorriso lindo" src="http://th07.deviantart.net/fs48/300W/f/2009/174/1/6/scratchboard_woman_by_shorty1013.jpg" alt="scratchboard woman by shorty1013 La Lunna 08   MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE  " width="200" height="279" /></a>símbolo sexual, ignorando toda a manifestação cultural, religiosa e artística da comunidade negra. <span style="color: #000000;">O Brasil é uma das principais rotas do turismo sexual e do tráfico internacional de mulheres, onde meninas, jovens e mulheres não-brancas, especialmente das regiões norte e nordeste do país, são alvos fundamentais da indústria internacional do sexo. A manipulação da identidade cultural, étnica e racial dessas mulheres é o elemento constitutivo do sexy marketing que suporta o aliciamento e a exploração sexual dessas mulheres. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Como vimos as mulheres negras, são as maiores vítimas das desigualdades sociais, da violência, da pobreza, da baixa escolaridade e da divulgação de sua imagem como mercadoria. É importante que essa data seja vista como um passo na construção de uma sociedade onde as diferenças raciais, assim como as de gênero e classe sejam erradicadas e não precise haver datas especiais para lembrarmos que é fundamental aceitar as diferenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><em><strong>MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE </strong></em></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">Por Elaine Zaragosa</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Fontes: IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada); <a href="http://www.geledes.org.br/" target="_blank">Gelédes.org.br</a>; <a href="http://www.ibge.gov.br/home/" target="_blank">IBGE.gov.br</a>; PNAD (Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio); <a href="http://www.mulheresnegras.org/" target="_blank">mulheresnegras.org</a> ;</h4>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><em><strong>MULHERES NEGRAS, A TRIPLA OPRESSÃO: GÊNERO, RAÇA E CLASSE </strong></em></p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">No dia 20 de novembro comemoramos o dia nacional da consciência negra. Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, foi morto em uma emboscada na Serra Dois Irmãos, em Pernambuco, após liderar uma resistência que culminou com o início da destruição do quilombo Palmares. Além de todas as questões relacionadas ao povo negro, devemos dar especial atenção às mulheres negras. Expostas a uma tripla opressão, as mulheres negras sofrem com o gênero por ser mulher, com a raça por ser negra e, principalmente com a classe, por pertencer à sociedade capitalista, que oprime e inferioriza a mulher negra.</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">As mulheres negras compõem um grande exército de reserva na sociedade capitalista. Segundo dados do IPEA, são as últimas na escala de renda, as primeiras a serem demitidas, alvo prioritário de violência social, sendo usada como produto/mercadoria barata. Inúmeras pesquisas realizadas nos últimos anos mostram que a mulher negra apresenta menor nível de escolaridade, trabalha mais, porém com rendimento menor. Em comparação às outras mulheres, são as que ingressam mais precocemente no mercado de trabalho, geralmente em profissões que não exigem qualificação técnica ou intelectual. O número de mulheres negras que trabalham como domésticas é sempre maior do que em mulheres brancas.</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Além da discriminação no mercado de trabalho, a saúde da mulher negra sofre algumas particularidades, como por exemplo, a anemia falciforme, uma doença hereditária, muito comum nas mulheres negras, originária da África, que se espalhou pelas Américas com o tráfico de escravos. Além da anemia falciforme, outras doenças que afetam particularmente as mulheres negras são os miomas uterinos e a hipertensão arterial. Isso ocorre devido a não inclusão do item raça nos prontuários médicos, o não diagnóstico precoce da anemia falciforme, e principalmente, pela falta de campanhas sobre a saúde da população negra.</p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Os meios de comunicação também contribuem para a desvalorização da mulher negra. A sua imagem geralmente é de símbolo sexual, ignorando toda a manifestação cultural, religiosa e artística da comunidade negra. <span style="color: #000000;">O Brasil é uma das principais rotas do turismo sexual e do tráfico internacional de mulheres, onde meninas, jovens e mulheres não-brancas, especialmente das regiões norte e nordeste do país, são alvos fundamentais da indústria internacional do sexo. A manipulação da identidade cultural, étnica e racial dessas mulheres é o elemento constitutivo do sexy marketing que suporta o aliciamento e a exploração sexual dessas mulheres. </span></p>
<p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Como vimos as mulheres negras, são as maiores vítimas das desigualdades sociais, da violência, da pobreza, da baixa escolaridade e da divulgação de sua imagem como mercadoria. É importante que essa data seja vista como um passo na construção de uma sociedade onde as diferenças raciais, assim como as de gênero e classe sejam erradicadas e não precise haver datas especiais para lembrarmos que é fundamental aceitar as diferenças.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Por Elaine Zaragosa</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Fontes: IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada); Gelédes.org. br; IBGE.org.br; PNAD (Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio); mulheresnegras.org.br;</p>
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		<title>La Lunna &#8211; 07 A Situação da Mulher Trabalhadora da Educação</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 02:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/10/la-lunna-07-a-situacao-da-mulher-trabalhadora-da-educacao/' addthis:title='La Lunna &#8211; 07 A Situação da Mulher Trabalhadora da Educação '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>&#8211; &#160; O mito da mulher educadora, como aquela que é “naturalmente” paciente e amorosa, responsável por criar e educar sobrevive ao longo da história. Mas, ao mesmo tempo, examinando a realidade, constatamos que as coisas não acontecessem bem assim. A categoria dos profissionais da educação é composta majoritariamente por mulheres, sendo que no Ensino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/10/la-lunna-07-a-situacao-da-mulher-trabalhadora-da-educacao/' addthis:title='La Lunna &#8211; 07 A Situação da Mulher Trabalhadora da Educação '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><a href="http://img133.imageshack.us/img133/1654/lunn07pjt.jpg"><img class="aligncenter" title="mulheres da educacao" src="http://img133.imageshack.us/img133/1654/lunn07pjt.jpg" alt="lunn07pjt La Lunna   07 A Situação da Mulher Trabalhadora da Educação" width="300" height="210" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="CENTER"><span style="font-size: medium;"><em><strong><br />
</strong></em></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">O mito da mulher educadora, como aquela que é “naturalmente” paciente e amorosa, responsável por criar e educar sobrevive ao longo da história. Mas, ao mesmo tempo, examinando a realidade, constatamos que as coisas não acontecessem bem assim. A categoria dos profissionais da educação é composta majoritariamente por mulheres, sendo que no Ensino Pré-escolar no Brasil é de 94,8%, no Ensino Fundamental e Médio é de 92,6% e no Ensino Superior as mulheres são minorias. A situação das mulheres, trabalhadoras da educação, passa por uma dupla opressão: a desvalorização da mulher e a desvalorização do magistério.</p>
<p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0.49cm;" align="JUSTIFY"><a href="http://th01.deviantart.net/fs42/300W/i/2009/120/e/a/dream_of_old_teacher_by_PictureOfIndonesia.jpg"><img class="alignleft" title="Professora pensando" src="http://th01.deviantart.net/fs42/300W/i/2009/120/e/a/dream_of_old_teacher_by_PictureOfIndonesia.jpg" alt="dream of old teacher by PictureOfIndonesia La Lunna   07 A Situação da Mulher Trabalhadora da Educação" width="300" height="201" /></a>Na Rede Estadual, as professoras têm os mais baixos salários, muitas vezes possuindo mais escolaridade que os homens, segundo dados do IBGE (2008), para as mulheres que possuem nível superior completo, o rendimento é cerca de 60% do rendimento dos homens, indicando que mesmo com grau de escolaridade mais elevado as discrepâncias salariais entre homens e mulheres não diminuem. O desemprego, a violência física e psicológica e o assédio moral de seus superiores. O mesmo ocorre com a questão do trabalho doméstico que a mulher tem que desempenhar depois de um dia exaustivo de trabalho sem nenhuma remuneração. É muito comum na Rede Estadual e Municipal a mulher acumular dois ou três cargos para que o salário seja melhor. A síndrome de Burnout é frequente entre as professoras estaduais, a cada ano aumenta o número de licenças médicas causadas por doenças psicológicas adquiridas no local de trabalho.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Assim como a situação dos trabalhadores em geral, as mulheres, profissionais da educação, precisam lutar por uma escola pública de qualidade, melhores salários e condições de trabalho. Mas onde as trabalhadoras da educação poderiam garantir esses direitos? Os sindicatos, por sua própria estrutura burocrática, sempre foram um meio de propagação do machismo, tornando-se privilégio dos homens serem os membros de direção, os dirigentes de mesa, os que dão à palavra. Para que esse quadro se modifique, é importante ganhar a consciência das mulheres para a sua opressão, somente assim, a mesma sentirá vontade de se organizar e lutar pelos seus direitos como ser político.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Nesse sentido é necessário construir um movimento de mulheres que abarque todas essas reivindicações, tantos das trabalhadoras da educação, quanto das demais trabalhadoras. Um movimento que faça a mulher perceber que o capitalismo, apoiado na desigualdade entre gêneros, utiliza a mulher como mão-de-obra barata, como exército de reserva para prolongar a opressão e evitar o avanço de consciência.</p>
<h2 style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><em><strong><a href="http://th07.deviantart.net/fs23/300W/i/2009/068/6/4/Teacher_by_jimoakley666.jpg"><img title="Professora, educação" src="http://th07.deviantart.net/fs23/300W/i/2009/068/6/4/Teacher_by_jimoakley666.jpg" alt="Teacher by jimoakley666 La Lunna   07 A Situação da Mulher Trabalhadora da Educação" width="300" height="300" /></a></strong></em></span></h2>
<h2 style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium;"><em><strong>A SITUAÇÃO DA MULHER TRABALHADORA DA EDUCAÇÃO</strong></em></span></h2>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">Por Elaine Zaragosa</p>
<h5 style="margin-bottom: 0cm;">Fontes: IBGE e Neoliberalismo e crise da educação pública. ILAESE (Instituto Latino Americano de Estudos sócio econômicos, novembro de 2005).</h5>
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		<title>La Lunna 6 &#8211; A Liberdade Sexual Feminina</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 04:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[La Lunna]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia e literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/10/la-lunna-6-a-liberdade-sexual-feminina/' addthis:title='La Lunna 6 &#8211; A Liberdade Sexual Feminina '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>&#8211; A LIBERDADE SEXUAL FEMININA As questões sobre a sexualidade feminina têm aspectos diferentes em cada época histórica. É inegável que tivemos muitos avanços na manifestação da sexualidade da mulher, principalmente com o surgimento da pílula anticoncepcional. Houve uma verdadeira revolução sexual, permitindo que o sexo não tivesse um único fim, mas que também fosse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/10/la-lunna-6-a-liberdade-sexual-feminina/' addthis:title='La Lunna 6 &#8211; A Liberdade Sexual Feminina '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><a href="http://img4.imageshack.us/img4/9027/lunna06.jpg"><img class="aligncenter" title="liberdade sexual feminina" src="http://img4.imageshack.us/img4/9027/lunna06.jpg" alt="lunna06 La Lunna 6   A Liberdade Sexual Feminina" width="300" height="210" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">&#8211;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><em><strong>A LIBERDADE SEXUAL FEMININA</strong></em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">
<p></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">As questões sobre a sexualidade feminina têm aspectos diferentes em cada época histórica. É inegável que tivemos muitos avanços na manifestação da sexualidade da mulher, principalmente com o surgimento da pílula anticoncepcional. Houve uma verdadeira revolução sexual, permitindo que o sexo não tivesse um único fim, mas que também fosse uma prática prazerosa. Mas será que as mulheres exercem a sua sexualidade livremente?</p>
<p></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A moral burguesa e a igreja pregam a idéia de que o sexo serve apenas para a procriação, não sendo privilégio da mulher sentir qualquer tipo de prazer, isso estaria reservado somente às mulheres de “vida fácil”. Domesticada desde a infância a desempenhar o papel de esposa e rainha do lar, a mulher, durante muito tempo, não pôde conhecer seu corpo, satisfazer seus desejos ou escolher o seu parceiro sexual. Em algumas sociedades, até hoje, cultiva-se a prática de mutilação do clitóris em mulheres e crianças a partir de 5 anos de idade. Esse ato causa inúmeras conseqüências à saúde da mulher, como: choque cardíaco, hemorragias, sangramentos e complicações em órgãos vizinhos, fora as repercussões mentais como: depressão, ansiedade e angústia.</p>
<p></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Atualmente ainda existe muito preconceito com relação ao comportamento sexual das mulheres. Muitas são chamadas de promíscuas e devassas por não terem um parceiro fixo ou por não enxergarem a sexualidade como um tabu. Não se trata de obter prazer a qualquer custo e sim de ter a liberdade de escolher se quer fazer sexo ou não, de exigir a camisinha, e de ter uma relação que não necessariamente esteja vinculada à relação amorosa. Mas, principalmente de conhecer o próprio corpo através da masturbação, sem culpa e com auto-satisfação sexual.</p>
<p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"></p>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 302px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://img269.imageshack.us/img269/2223/leiladiniz.jpg"><img title="Leila Diniz chocou a sociedade brasileira ao se exibir grávida de biquíni em Ipanema, em 1971. " src="http://img269.imageshack.us/img269/2223/leiladiniz.jpg" alt="leiladiniz La Lunna 6   A Liberdade Sexual Feminina" width="292" height="345" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">&#8220;Leila Diniz chocou a sociedade brasileira ao se exibir grávida de biquíni em Ipanema, em 1971.&#8221; </dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: center;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A erotização do corpo da mulher transmitida nos dias atuais, nas letras de funk, nas roupas e danças, demonstra que o corpo feminino passou a ter valor de mercado. Paralelo a isso, o imperialismo promove a imagem da mulher executiva como modelo de emancipação. Exemplo disso é o famoso seriado de televisão <em><strong>Sex and the city,</strong></em><em> </em>tido como principal programa de liberação sexual feminina. A série trata da vida de mulheres consumistas e padronizadas no estereotipo de beleza que procuram pelo homem ideal. Imagem que não chega nem perto da nossa sociedade, onde a minoria são executivas independentes.</p>
<p></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A busca de direitos de igualdade entre os sexos, passa necessariamente pela liberdade sexual. Os movimentos feministas devem dar um combate cotidiano a todo tipo de opressão, inclusive a sexual. A mulher tem direito de sentir prazer e não se sentir culpada por isso.</p>
<p><!-- ddsig4 --></p>
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		<title>La Lunna 5 &#8211; Pelo Direito de ser Lésbica</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 16:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<category><![CDATA[La Lunna]]></category>
		<category><![CDATA[Uivos Filosóficos]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/09/la-lunna-5-pelo-direito-de-ser-lesbica/' addthis:title='La Lunna 5 &#8211; Pelo Direito de ser Lésbica '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Se as mulheres em geral não tiveram todas as suas reivindicações atendidas, a situação é ainda pior para as mulheres lésbicas. Estas sim são consideradas seres invisíveis na sociedade, ficando sempre à margem das discussões e fora das estatísticas. Vivendo o preconceito em todas as esferas da vida, social, econômica e política, ainda são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/09/la-lunna-5-pelo-direito-de-ser-lesbica/' addthis:title='La Lunna 5 &#8211; Pelo Direito de ser Lésbica '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><a href="http://img147.imageshack.us/img147/6951/lunna5cachorrosolitario.jpg"><img class="alignnone" src="http://img147.imageshack.us/img147/6951/lunna5cachorrosolitario.jpg" alt="lunna5cachorrosolitario La Lunna 5   Pelo Direito de ser Lésbica" width="300" height="210" title="La Lunna 5   Pelo Direito de ser Lésbica" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se as mulheres em geral não tiveram todas as suas reivindicações atendidas, a situação é ainda pior para as mulheres lésbicas. Estas sim são consideradas seres invisíveis na sociedade, ficando sempre à margem das discussões e fora das estatísticas.</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vivendo o preconceito em todas as esferas da vida, social, econômica e política, ainda são vítimas da violência, mental e sexual. Muitas famílias ao descobrirem que as filhas são lésbicas querem impor um comportamento heterossexual como normalização da prática sexual do indivíduo.</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.violenciamulher.org.br/images/banners/banner_viol1png.png"><img class="alignleft" src="http://www.violenciamulher.org.br/images/banners/banner_viol1png.png" alt="banner viol1png La Lunna 5   Pelo Direito de ser Lésbica" width="156" height="215" title="La Lunna 5   Pelo Direito de ser Lésbica" /></a></span></strong><span style="font-weight: normal;">A cada 15 segundos uma mulher é espancada por um homem no Brasil.</span> Cerca de uma em cada cinco brasileiras (19%)declara espontaneamente ter sofrido algum tipo de violência por parte de algum homem. M<span style="font-weight: normal;">as quantas delas são lésbicas? Não existem dados oficiais sobre violência contra mulheres lésbicas, aumentando a sua invisibilidade.</span></span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso se deve, em primeiro lugar, ao próprio sistema educacional que limita o assunto sexualidade à reprodução humana. Não existem educadores preparados para o tema e o grau de homofobia nas escolas ainda é muito grande, não existindo políticas especificas para trabalhar o problema.</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A saúde pública também não está preparada para atender as munheres lésbicas. Dificilmente falam de prevenção e não indicam os métodos anticoncepcionais adequados, tratando muitas delas como mulheres que não mantem uma vida sexual ativa e sadia. As próprias lésbicas, muitas vezes, não assumem publicamente sobre a sua sexualidade, por medo de serem reprimidas ou por achar que sofrem de alguma doença. E como se não bastasse, muitos homens também não respeitam o relacionamento entre lésbicas, tratando-as somente como um fetiche para a realização de suas fantasias sexuais.</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A situação das mulheres lésbicas se torna mais drástica quando ela é combinada com a exploração capitalista, ou seja, quando são as mulheres da classe trabalhadora que precisam afirmar a sua sexualidade. As mulheres da burguesia podem exercer a sua sexualidade com mais autonomia, pois devido às suas condições econômicas podem frequentar bares e outros lugares específicos para homossexuais, enquanto as lésbicas da classe trabalhadora sofrem preconceitos muito maiores.</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.flickr.com/photos/dawnhartman/3181640793/"><img class="alignright" src="http://farm4.static.flickr.com/3331/3181640793_36866b08cb.jpg" alt="3181640793 36866b08cb La Lunna 5   Pelo Direito de ser Lésbica" width="172" height="257" title="La Lunna 5   Pelo Direito de ser Lésbica" /></a></span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Creio que a única saída para combater a discriminação e a homofobia seja cobrar do governo que realmente haja um serviço público de qualidade, onde as diferenças de raça, gênero e preferência sexual sejam respeitadas.</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A luta pela construção de um verdadeiro socialismo passa pela a aceitação das diferenças, onde todos poderão expressar a sua sexualidade livremente, sem opressão e discriminação.  Enquanto isso não acontece, é necessário que tenhamos políticas públicas que assegurem a punição e impeçam os atos de violência contra mulheres, lésbicas e trabalhadoras.</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;">Por Elaine Zaragosa</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;">
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;"><strong><span style="color: #000000;">Fontes:</span> <a href="http://www.violenciamulher.org.br" target="_blank">www.violenciamulher.org.br</a></strong></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;">
<p><!-- ddsig4 --></p>
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		<title>La Lunna 4 &#8211; A Mulher como Mercadoria</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 18:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[La Lunna]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia e literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/08/la-lunna-4-a-mulher-como-mercadoria/' addthis:title='La Lunna 4 &#8211; A Mulher como Mercadoria '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>&#8211; Desde a infância, a mulher tem seu papel pré-determinado na sociedade. Somos educadas para sermos dóceis, sensíveis, delicadas e sempre na condição de submissa ao sexo masculino. Sempre nos coube as funções da maternidade, o cuidado com os filhos e com a casa e a obediência ao marido. Enquanto ao homem couberam as tarefas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/08/la-lunna-4-a-mulher-como-mercadoria/' addthis:title='La Lunna 4 &#8211; A Mulher como Mercadoria '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;">&#8211;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Desde a infância, a mulher tem seu papel pré-determinado na sociedade. Somos educadas para sermos dóceis, sensíveis, delicadas e sempre na condição de submissa ao sexo masculino. Sempre nos coube as funções da maternidade, o cuidado com os filhos e com a casa e a obediência ao marido. Enquanto ao homem couberam as tarefas externas e a independência sexual permitida e estimulada.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 201px"><a href="http://fc00.deviantart.com/fs19/i/2008/156/d/8/La_mujer_es_como_by_guillhermes.jpg"><img src="http://fc00.deviantart.com/fs19/i/2008/156/d/8/La_mujer_es_como_by_guillhermes.jpg" alt="La mujer es como by guillhermes La Lunna 4   A Mulher como Mercadoria" width="191" height="285" title="La Lunna 4   A Mulher como Mercadoria" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;A ditadura da beleza imposta pela sociedade burguesa reduz as mulheres a simples mercadorias, objetos de consumo.&quot;</p></div>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Paralelo a isso, surge a supervalorização de um padrão estético, reduzindo a mulher a seu corpo. A ditadura da beleza imposta pela sociedade burguesa reduz as mulheres a simples mercadorias, objetos de consumo. Os meios de comunicação em geral, exigem que a mulher tenha o mesmo estereótipo das grandes modelos, ou seja, cabelos lisos, um corpo malhado e bronzeado, o que não representa, de fato, a população brasileira.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>A busca desenfreada para alcançar esse padrão de beleza estimula o consumo de produtos, favorecendo o lucro das clínicas de estética, academias, cosméticos, entre outros. Sem falar nos distúrbios alimentares como bulimia, anorexia e depressões, em geral causadas pela frustração em não alcançar a imagem ditada pela mídia.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A mercantilização do corpo da mulher é expressa de forma mais violenta no tráfico de mulheres, movimentando um mercado altamente lucrativo. Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), O tráfico internacional de mulheres movimenta US$ 32 bilhões por ano e escraviza um milhão de mulheres para atividades sexuais, principalmente em países da Europa como Espanha, Holanda, Itália, Suíça, Alemanha e França<sup><a name="sdfootnote1anc" href="#sdfootnote1sym"></a><sup>1</sup></sup>.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A imagem da mulher tratada como objeto sexual é tida como algo natural, estando sempre estampada em comerciais de carros do ano e garrafas de cerveja. Imagem inalcançável para a maioria das mulheres brasileiras, que mesmo não dispondo de renda necessária, gastam uma fortuna para atender ao padrão de beleza divulgado.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://th00.deviantart.net/fs28/300W/i/2008/157/d/d/Mulher_by_Orpheusmyth.jpg"><img src="http://th00.deviantart.net/fs28/300W/i/2008/157/d/d/Mulher_by_Orpheusmyth.jpg" alt="Mulher by Orpheusmyth La Lunna 4   A Mulher como Mercadoria" width="300" height="225" title="La Lunna 4   A Mulher como Mercadoria" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;O tráfico internacional de mulheres movimenta US$ 32 bilhões por ano...&quot;</p></div>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">É necessário que haja um combate cotidiano a esses estereótipos, desmistificando a imagem da mulher como “mulher sexual”, valorizando a mulher como ela é, um ser que pensa e age sobre o mundo. Lembrando que as mulheres já conquistaram direitos nos espaços público e privado, índices mais altos de escolaridade e participação significativa no mercado de trabalho.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a name="sdfootnote1sym" href="#sdfootnote1anc"></a>1 Fontes: OIT (Organização Internacional do Trabalho).</p>
<h3 style="text-align: center;"><em><strong>A MULHER COMO MERCADORIA</strong></em></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
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		<title>La Lunna 3 &#8211; POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 17:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/08/la-lunna-3-por-que-defender-a-descriminalizacao-do-aborto/' addthis:title='La Lunna 3 &#8211; POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO? '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>&#8211; POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO? Segundo o Ministério da Saúde, o índice de abortos no Brasil é de 31% e cerca de 250 mil mulheres são internadas anualmente em hospitais da rede pública de saúde para fazerem raspagem na região do útero após um aborto inseguro. Centenas de mulheres morrem anualmente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/08/la-lunna-3-por-que-defender-a-descriminalizacao-do-aborto/' addthis:title='La Lunna 3 &#8211; POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO? '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><a href="http://img697.imageshack.us/img697/6851/lunna01.jpg"><img class="alignnone" src="http://img697.imageshack.us/img697/6851/lunna01.jpg" alt="lunna01 La Lunna 3   POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO?" width="300" height="210" title="La Lunna 3   POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO?" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">&#8211;</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt } 		P.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt } 		P.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A.sdfootnoteanc { font-size: 57% } --></p>
<h2><em><strong>POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO?</strong></em></h2>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Segundo o Ministério da Saúde, o índice de abortos no Brasil é de 31% e cerca de 250 mil mulheres são internadas anualmente em hospitais da rede pública de saúde para fazerem raspagem na região do útero após um <strong>aborto inseguro</strong>.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://krapnek.deviantart.com/art/I-never-wanted-him-anyway-14149475"><img src="http://th06.deviantart.net/fs12/300W/i/2009/085/7/9/I_never_wanted_him_anyway_by_krapnek.jpg" alt="I never wanted him anyway by krapnek La Lunna 3   POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO?" width="210" height="142" title="La Lunna 3   POR QUE DEFENDER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO?" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Centenas de mulheres morrem anualmente  por provocarem o aborto em condições precárias.&quot;</p></div>
<p style="text-align: justify;">Centenas de mulheres morrem anualmente no Brasil, por provocarem o aborto em condições precárias, sendo a 4ª causa de mortalidade entre gestantes<sup><a name="sdfootnote1anc" href="#sdfootnote1sym"><sup>1</sup></a></sup>. Esses são os dados oficiais, mas estima-se que esses índices sejam bem maiores que os divulgados.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A discussão sobre a legalização do aborto sempre foi algo polêmico, pois envolve aspectos morais, religiosos e teóricos, obscurecendo ideologicamente a sua verdadeira causa. A maioria das mulheres que praticam o aborto precariamente são pobres, ou seja, abortam porque não possuem as condições de sustentar um filho.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Os <strong>meios de comunicação</strong> e as campanhas anti aborto não falam que o aborto inseguro também é uma questão de classe, ou seja, os abortos praticados pelas mulheres burguesas, nas clínicas, com plenas <strong>condições de higiene</strong> e médicos competentes não são computados, são contra o aborto, mas a favor da clandestinidade.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A igreja católica, com o discurso de defesa à vida, tem total controle sobre a sexualidade da mulher, colocando a maternidade como obrigação universal, reservando às mulheres somente duas opções: a negação da sexualidade ou <strong>um filho a cada ano</strong>. E as que mais sofrem são as mulheres da classe trabalhadora, pois  elas são o maior alvo das opressões.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Defender a descriminalização do aborto não significa incentivar as mulheres para não serem mães, significa que essa decisão cabe a cada mulher e que a maternidade não pode ser posta como uma obrigação.  Não se trata de defender o aborto como método anticoncepcional, mas na prática ele continua ocorrendo, <strong>mulheres continuam morrendo</strong> ano após ano, e a via penal não resolve o problema. As políticas públicas atuais não são eficazes, pois não evitam os abortos clandestinos, revelando o descaso com a saúde pública.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Enquanto <strong>o governo</strong> não der condições para as mulheres sustentarem seus filhos, oferecendo acesso aos métodos anticoncepcionais, assistência médica pública de qualidade, escolas integrais, alimentação saudável e principalmente salário digno, esses abortos continuarão ocorrendo de forma assombrosa.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">
<div>
<p><a name="sdfootnote1sym" href="#sdfootnote1anc">1</a> Fontes: Ministério da Saúde e Católicas pelo direito de decidir.</div>
<p><!-- ddsig4 --></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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		<title>La Lunna 2 &#8211; O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA SOBRE AS MULHERES TRABALHADORAS.</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[La Lunna]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/07/o-la-lunna-2-o-impacto-da-crise-economica-sobre-as-mulheres-trabalhadoras/' addthis:title='La Lunna 2 &#8211; O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA SOBRE AS MULHERES TRABALHADORAS. '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>&#160; &#8211; O ano de 2008 foi o palco de uma grande crise econômica mundial, podemos dizer que a maior desde a depressão de 1929. Nascida no coração do imperialismo (EUA), hoje alcança proporções inimagináveis, não sendo mais somente norte-americana, já existe uma grande recessão no Japão (queda da produção industrial no quarto trimestre foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.cachorrosolitario.com/2009/07/o-la-lunna-2-o-impacto-da-crise-economica-sobre-as-mulheres-trabalhadoras/' addthis:title='La Lunna 2 &#8211; O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA SOBRE AS MULHERES TRABALHADORAS. '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">&#8211;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">O ano de 2008 foi o palco de uma grande <strong>crise econômica mundial,</strong> podemos dizer que a maior desde a depressão de 1929. Nascida no coração do imperialismo (EUA), hoje alcança proporções inimagináveis, não sendo mais somente norte-americana, já existe uma grande recessão no Japão (queda da produção industrial no quarto trimestre foi de 9,6 %) e nos países da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RXVyb3BhXyMjX2Nsb3VkXyMjX2Jvby1ib3hmeV8jI180MTE2MQ==-52">Europa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt=" La Lunna 2   O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA SOBRE AS MULHERES TRABALHADORAS. "  title="La Lunna 2   O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA SOBRE AS MULHERES TRABALHADORAS. " /></a>.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">No Brasil, o governo Lula já deu mais de 300 bilhões de reais para salvar as grandes empresas, em especial os banqueiros.<strong> </strong>Esse dinheiro sai da redução de salários do funcionalismo público e do corte de serviços básicos como saúde e educação.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><a href="http://th06.deviantart.net/fs44/300W/f/2009/138/e/8/Do_you_feel_the_Crisis__by_kmetjurec.jpg"><img src="http://th06.deviantart.net/fs44/300W/f/2009/138/e/8/Do_you_feel_the_Crisis__by_kmetjurec.jpg" alt="Do you feel the Crisis  by kmetjurec La Lunna 2   O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA SOBRE AS MULHERES TRABALHADORAS. " width="180" height="263" title="La Lunna 2   O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA SOBRE AS MULHERES TRABALHADORAS. " /></a><p class="wp-caption-text">Ruas de Seattle, WA, EUA</p></div>
<p>A queda do <strong>PIB</strong> no último trimestre de 2008 está calculada entre 1% e 2%. As montadoras de automóveis tiveram uma queda de 47,1% em dezembro. A indústria como um todo caiu em torno de 7%. Ainda que tenham ocorrido estabilizações momentâneas, a previsão é de que todo o ano de 2009 também está marcado pela crise. Mas a grande questão é: Quem paga por essa crise?</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A crise econômica atinge ainda mais os <strong>setores oprimidos</strong> como: mulheres, negros e homossexuais. Entre os trabalhadores informais, as mulheres representam 60% em 2007, o que aumentou nos últimos dois anos. São mulheres que não tem carteira assinada e direitos trabalhistas preservados. O capitalismo trata esses setores como <strong>mão-de-obra</strong> barata. Para os capitalistas lucrarem mais, é imprescindível que se mantenha e aprofunde a opressão e a discriminação. Como consequência da condição de subordinação, a força de trabalho das mulheres é tida de forma ainda mais precarizada, parecendo ser natural a maneira como são exploradas. As mulheres têm os salários mais baixos que os homens, com uma diferença salarial de até 43%, a dupla jornada de trabalho, o assédio moral, o aumento de doenças psicológicas e compomos 70% da população abaixo da linha da pobreza e 2/3 dos analfabetos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Com o surgimento da crise econômica, o capitalismo só pretende afirmar ainda mais essas diferenças. Como única resposta possível, é necessário que as mulheres e homens da <strong>classe trabalhadora</strong> se organizem para lutar contra os governos e patrões. Sabemos que todas as grandes conquistas das mulheres foram arrancadas com muitas lutas e organização, mas que, por outro lado, nunca foram suficientes ou permanentes. Pois o capitalismo superexplorando alguns setores dentro da classe trabalhadora, a divide ainda mais, permitindo que o trabalho doméstico não seja um trabalho pago, sobrecarregando ainda mais as mulheres.</p>
<p>A <strong>revolução socialista russa</strong> foi a única revolução que de fato tomou medidas para buscar a igualdade de homens e mulheres. Criou todo um sistema de serviços sociais que libertou a mulher dos encargos domésticos: maternidades, creches, jardins-de-infância, escolas, restaurantes públicos, lavanderias, pronto-socorros, cinemas, teatros etc. A história nos mostra, mais uma vez, que é possível lutar contra a opressão e a exploração e pela construção de uma sociedade socialista e realmente igualitária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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