Skip to content


U2 – I Still Haven’t Found What I’m Looking (Rattle and Hum) – Drops Musical

Essa música me lembra uma garota que eu amava quando era moleque.
Só nós dois no bar, esperando mais alguém, ela sentada ao meu lado cantando. Um momento simples e muito feliz.

I STILL HAVEN’T FOUND (WHAT I’M LOOKING FOR)

I have climbed highest mountain
I have run through the fields
Only to be with you
Only to be with you

I have run
I have crawled
I have scaled these city walls
These city walls
Only to be with you

But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for

I have kissed honey lips
Felt the healing in her fingertips
It burned like fire
This burning desire

I have spoke with the tongue of angels
I have held the hand of a devil
It was warm in the night
I was cold as a stone

But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for

I believe in the kingdom come
Then all the colors will bleed into one
Bleed into one
Well yes I’m still running

You broke the bonds and you
Loosed the chains
Carried the cross
Of my shame
Of my shame
You know I believed it

But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for…

EU AINDA NÃO ENCONTREI (O QUE ESTOU PROCURANDO) -- Tradução

Eu escalei a montanha mais alta
Eu corri pelos campos
Só para estar com você.
Só para estar com você…

Eu corri
Eu rastejei
Eu escalei os muros desta cidade
Os muros desta cidade
Só para estar com você…

Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando…

Eu beijei lábios de mel
Senti a cura na ponta dos dedos dela
Ardia como fogo
Este desejo ardente…

Eu falei com a língua dos anjos
Eu segurei a mão de um demônio
Ela estava quente à noite
Eu estava gelado como uma pedra…

Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando…

Eu acredito na vinda do Reino
Então todas as cores sangrarão numa única
Sangrarão numa única.
Bem, sim, eu ainda estou fugindo…

Você quebrou os elos e você
Soltou as correntes
Carregou a cruz
Da minha vergonha
Da minha vergonha
Você sabe que eu acreditei nisso…

Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando…

Eu já conhecia essa versão, mas me lembrei dela graças ao podcast Máquina do tempo 1988 . E a letra veio do cifras.com.br

Abraço!

diogopeq U2   I Still Havent Found What Im Looking (Rattle and Hum)   Drops Musical Escrito por Diogo C. Scooby - Outros Posts desse Autor

Publicado em Diversos.

Etiquetas .


Dirac

Dirac  debruçava-se sobre seu caderno, e rabiscava “oks” nos itens que havia concluído no corrido dia de trabalho, dia que foi além da normal correria de suas funções, já que fora promovido a conselheiro sênior, quando o quadro de mensagens piscou.

-Abrir mensagem, falou, e leu:

“Oi, percebi…+ amanhã a gente conversa então…mal que não atendi sua ligação, tava no fone…Tô melhor sim! Bjao até amanhã”

Seu aparelho de voz estava danificado, aparentemente, por causa dos dias de borrasca que enchiam os conduítes de sua residência com a água escura que vinha dos céus e interferiam nos sistemas elétricos em geral, portanto não conseguiria ligar para ela novamente, apenas escrever.

A mensagem era uma resposta da Princesa ao recado que ele enviara a alguns minutos, e era evidente que ela tentara entrar em contato com Dirac, que ficou puto com o defeito em seu aparelho…Queria falar com ela, achava até em determinados momentos que precisava. Entretanto sentiu-se reconfortado por saber que ela lembrava dele, e que em breve iriam se encontrar.

Voltou ao trabalho, mas não conseguia mais se concentrar. A imagem, o aroma, os sons e o toque da Princesa vinha a cada instante invadir seus pensamentos, a irradiar uma sequencia meio desconexa de lembranças remixadas com trechos de futuros prováveis e devaneios novos e antigos.

Lembro-se, por exemplo, enquanto tentava decidir se um dos itens da sua lista ele mesmo tomaria conta ou delegaria a um subordinado, de a estar ensinando sobre os níveis de abstração necessários para se compreender um determinado subsistema comercial, e a falta de concentração que a presença da garota lhe causava…Cada som que vinha de seus lábios (junto com seus movimentos), cada vez que seus braços se encostavam, quando sentia o perfume de seus cabelos, se perdia mais e mais. E a porta se abre, e por ela entra o Rei, a se queixar da incompetência de seus súditos, nervoso com seus escravos, se queixando de tudo e de todos…E Dirac a escutar as lamúrias do velho, mas como se estivesse enfeitiçado, não conseguia fazer com que seus olhos não se voltassem para o rosto da Princesa.

Hoje ele fora alertado pela financista chefe do reinado, sobre a possibilidade de a Princesa estar interessado nele. E ouviu passivamente sobre os riscos, não só para sua carreira, mas também para sua integridade física, e um caso onde um rapaz que, ao cortejar a princesa, desapareceu misteriosamente quando o rei descobriu que havia algum envolvimento entre eles.

Concordou com a velha, dizendo que tomaria cuidado, e que pra ela não se preocupar com isso, já que ele não era mais moleque, e saberia perfeitamente contornar a situação sem, obviamente, ferir os frágeis sentimentos da Princesa.

Uma mentira parcial. Sabia se virar e não intencionava magoar a Pincesa, é claro…Sua mente, embora meio confusa ultimamente, sabia muito bem lidar com certos tipos de situação, e era mestre na arte da dissimulação… Disse apenas o necessário para que a velha ficasse calada.

O maior problema é que sabia que queria estar com ela…Queria como nunca antes quis alguém…A situação estava alem do seu campo de compreensão…Mesmo distante dela, sentia seu cheiro, imaginava seu sabor, se pegava divagando sobre o seu abraço, acordou algumas vezes como se procurando por alguém, e esse alguém era a Princesa.

Sabia que queria estar com ela e sabia das impossibilidades disso acontecer. O rei jamais aceitaria que um subordinado seu se envolvesse com sua filha…Mas o envolvimento já havia começado, e agora tinha medo de perdê-la.

E a noite passava. O barulho da chuva era agora menos forte, ele tinha ainda um relatório a concluir, colocou uma sequencia de músicas animadamente pesadas e barulhentas. Abriu uma garrafa da vodca barata que comprou à caminho de casa, colocou uma generosa dose em um copo de metal, e o entornou goela abaixo, e enquanto seus nervos se acalmavam, fechou os olhos, lembrando do sorriso da princesa por mais alguns instantes, para em seguida retornar ao trabalho.

———

diogopeq Dirac Escrito por Diogo C. Scooby - Outros Posts desse Autor

Publicado em Contos.

Etiquetas , .


Ânsia – Curta

Esse curta é especial pra quem é ligado em fotografia e curte belas imagens.

ansia Ânsia   Curta

Ele é construído a partir de belas imagens, em uma narrativa não convencional.

Duração 6:33.

Ânsia De Brenno Castro e Natalia Piserni, video no Vimeo.

Lembrando que, se tiver alguma dica de curta, é só me mandar!!

Abraço!

diogopeq Ânsia   Curta Escrito por Diogo C. Scooby - Outros Posts desse Autor

Publicado em Curta.

Etiquetas .


Não bata no seu chefe – Jogo online

Aqui você vai ver 19 maneiras diferentes pra acabar com seu chefe chato.

Escolha algum material que esteja em volta e  o boneco vai fazer uso dele para acabar com o chefe das maneiras mais raivosas e sanguinolentas possíveis!

Depois é só ouvir sua aula de auto-controle para se acalmar.
Faça no jogo para não fazer de verdade!!!!
chefe Não bata no seu chefe   Jogo online

Recomendado para maiores e pessoas insensíveis em geral.

Continue vendo o post clicando aqui!

Publicado em Humor, online.

Etiquetas , , .


Os Ossos do Imperador – 02 – O boi de Piranha e a Mulher

darci Os Ossos do Imperador   02   O boi de Piranha e a Mulher

Leia o começo da história antes!

III – O boi de piranha

Fiquei me perguntando: Por que arma? A tal missão se restringia aos serviços de motorista, além disso, naquele quartel os soldados não usavam armas, só em treinamentos ou quando ficávamos de guarda no quartel, ainda assim muito raramente.

Não achei resposta e me dediquei em decorar todos os detalhes da “missão” até que o sargento chegou e, antes que eu perguntasse qualquer coisa ele já foi dizendo:

- Já sei, quer saber da arma, ela estará no porta luvas do carro, carregada e travada, é uma pistola igual aquela do treinamento, você se lembra do treinamento, não? E antes que eu respondesse continuou:

- Não precisa examinar a arma ela é nova e foi devidamente testada, lembre-se da ordem, só a use em caso de extrema necessidade, mas se precisar não se esqueça de destravá-la.

Ficamos parados os dois, cada um com seus pensamentos até que ele falou:

- Vamos soldado, sei que quer perguntar alguma coisa, “desembuche”? Eu respondi:

- Sargento, os detalhes da arma são importantes, mas o que eu quero saber mesmo é porque tudo isso? O sigilo, a arma, enfim, porque toda essa operação de guerra? Afinal serei só um motorista transportando o comandante e sua esposa para ver “Os Ossos do Imperador”.

Ele ficou parado me olhando como se estivesse me medindo, até que falou: – Bem, não era para eu te contar, mas é inteligente e já percebeu que não são só os “ossos do imperador”, além disso, acho que merece saber, mas vou alertá-lo novamente, para o seu próprio bem, nunca comente isto com ninguém.

Em seguida me explicou que o Tenente Coronel Amador, nosso comandante, em anos anteriores teria participado da repressão aos “terroristas” e agora vinha recebendo ameaças de morte e o que mais preocupava é que os tais “terroristas” sabiam até que ele tinha sido convidado para o casamento da Maria do Carmo e que iria participar das comemorações do “sepultamento” dos restos mortais de D.Pedro I.

O comandante não quis “abrir mão” de participar desses eventos e, para não “chamar a atenção”, determinara a indicação de um soldado do quartel para levá-lo, com escolta de profissionais à distância.

Essa era a versão oficial, só que o indicado foi o idiota aqui.

(Para quem não sabe, nas solenidades do sesquicentenário da independência, fazia parte o “sepultamento” definitivo do corpo do Imperador no mausoléu do Museu do Ipiranga, que ocorreria às 16h00 horas, do dia 6.9.1972, com a presença do Presidente Médici, do Governador Laudo Natel, do Prefeito Figueiredo Ferraz e até do primeiro ministro Português Marcello Caetano. O corpo do Imperador saiu de Portugal e chegou ao Brasil meses antes, mas passou por várias cidades antes do sepultamento definitivo no mausoléu do Museu do Ipiranga).

Se eu já estava preocupado, agora estava apavorado e ele percebeu isso, dizendo:piranhaz Os Ossos do Imperador   02   O boi de Piranha e a Mulher

- Não se preocupe soldado, você terá toda a cobertura necessária. Pensei um pouco, criei coragem e falei:

- Não sou idiota, é uma “isca”, não dá para indicar outra pessoa? Ele respondeu que era tarde demais e acrescentou: - É para isto que servem os soldados, para ariscar a vida pelos outros.

Ficamos calados novamente, um olhando para o outro enquanto eu pensava: – Diabo! Sou um soldado tenho que enfrentar senão como ficarei se fraquejar agora? Até que falei:

- Está bem sargento farei o melhor que puder, mas o senhor sabe que estão me fazendo de “boi de piranha” (Aquela lenda que dizia que os vaqueiros quando iam atravessar a boiada em um rio infestado de piranhas, jogavam um boi velho para atrair as piranhas e atravessavam a boiada em outro lugar do rio em segurança).

Ele levantou-se, olhou-me diretamente nos olhos e falou:

- Vá para casa e descanse, amanhã será um longo dia e cumpra com o seu dever. Em seguida fez continência e disse: – Boa sorte soldado.

IV – Uma linda mulher

Naquela noite quase não dormi e pela manhã, antes das 06h30min, já estava na tal garagem e assim que cheguei ao portão o tal Argemiro apareceu, se apresentou, olhou para um lado e depois para o outro da rua e foi logo falando:- Você é pontual, entra logo.

Assim que entramos, percebi que havia mais dois homens ali, ambos armados, só observando, ele tirou do bolso uma chave e entregou-me dizendo:

- O carro é aquele ali, vá pegá-lo que eu abro o portão. Eu olhei para o carro e vi um opala vermelho de quatro portas, novinho em folha, brilhava tanto que dava para se espelhar nele, aí perguntei:

- E os documentos do carro?

- No porta-luvas, mas você não vai precisar deles, deixe-os lá. Subi no carro, abri o porta-luvas e, como o sargento dissera, lá estava o inconfundível cinturão do exército com a pistola dentro, peguei-o e coloquei-o na cintura e comecei a observar os comandos do carro (nunca tinha dirigido um carro daqueles), mas logo percebi que não haveria grandes dificuldades, coloquei o carro em marcha e o tal Argemiro já estava abrindo o portão, assim que passei pelo portão ele falou:

- Olho vivo, boa sorte.

A casa do comandante era perto e logo cheguei, estacionei o carro bem em frente e antes de descer lembrei-me da recomendação do Argemiro para ficar de “olho vivo” e comecei a observar a rua, não se via “viva alma”, carros, nada, apenas as árvores que balançavam ao vento e percebi como o lugar era bonito, as casas todas belas e bem cuidadas, a rua toda arborizada, a calçada limpa e pensei: – Esse comandante deve “ganhar” muito para viver num lugar assim. Bem, desci do carro, sempre observando aqui e ali e dirigi-me ao portão da casa, ia tocar a campainha quando o portão abriu-se por dentro e lá estava um homem, vestido à paisana (sem uniforme), com cara de poucos amigos e foi logo dizendo:

- Entra logo, não temos o dia inteiro.

Entrei e não pude deixar de notar o belo jardim da casa, com muitas plantas floridas de vários tipos e com um caminho entre elas que dava para a porta principal e, não sei por que, lembrei-me da minha mãe, quando morávamos no sítio ela tinha um jardim bem parecido. Bem, segui em direção a porta, olhei para trás e o homem que me abriu o portão ficou espiando a rua.

bonequinhax Os Ossos do Imperador   02   O boi de Piranha e a MulherAssim que cheguei à porta ela também se abriu por dentro e ali, outro homem, nas mesmas características do anterior e até com a mesma cara de poucos amigos, ele não disse nada, limitou-se a fechar a porta assim que entrei.

Fiquei ali parado esperando acontecer alguma coisa até que entra uma mulher lindíssima, magra, vestida maravilhosamente e, apesar do olhar um pouco triste, ela sorriu para mim e disse:

- Você é que vai nos levar? Quer tomar café?

Eu estava paralisado, ela logo me lembrou aquela artista do filme “Bonequinha de Luxo”, com um nome complicado, se não me engano, Audrey qualquer coisa, e em seguida lembrei-me da charge do “Campelo” e pensei:

- Campelo, essa é aquela mulher gorda, brava e feia que você desenhou?

Bem, “voltei a si”, agradeci a gentileza dela e disse que já tinha tomado café e ela completou: – Muito bem, aguarde um pouco que o Amador já vem, vamos sair logo em seguida.

Os ossos do Imperador:

(Relatado por Darci Men e baseado em fatos reais, alguns nomes foram alterados para preservar a identidade.)

Não deixe de ler OS ATENTADOS, o próximo capítulo da história dia 10 de fevereiro!

darci35 Os Ossos do Imperador   02   O boi de Piranha e a Mulher Escrito por Darci - Outros Posts desse Autor

Publicado em Crônicas.

Etiquetas , .




WordPress Loves AJAX